Profissão: Relações Públicas

No dia 02 de Dezembro é comemorado o Dia Nacional das Relações Públicas, e trago para você um texto informativo retirado do site de notícias Terra, para que você conheça um pouco sobre essa profissão tão importante da área de Comunicação.

Relações Públicas

Um dos cursos que formam o tripé da Comunicação Social em grande parte das universidades – junto com Jornalismo e Publicidade e Propaganda – a faculdade de Relações Públicas forma profissionais que funcionam como verdadeiras pontes de comunicação nas empresas. Dentro deste conceito, o RP, como é chamado o profissional, pode atuar em duas frentes: na comunicação interna, fazendo as informações da empresa circularem entre os colaboradores, ou externa, levando informações aos diferentes públicos de interesse da companhia para a qual trabalha.

Mercado – Segundo a coordenadora do curso na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Souvenir Maria Graczyk Dornelles, o RP, como é chamado o profissional, costuma atuar dentro de grandes empresas, nas áreas de comunicação corporativa, comunicação interna ou endomarketing. O leque de empregos também inclui assessorias de comunicação, empresas de pesquisas e auditorias de opinião, consultorias de planejamento e organização de eventos, produção cultural, prevenção e gerenciamento de crises de imagem e campanhas de relações públicas. Hoje, a média salarial para um recém-formado gira em torno de R$ 1,6 mil.

É pra você? – A professora da PUCRS lembra que, como em todos os cursos sob o guarda-chuva da Comunicação Social, é preciso gostar de pessoas. Curiosidade, flexibilidade para poder trabalhar relacionamentos com os mais diversos públicos, desenvolvimento de visão estratégica são outras características essenciais para ser um relações públicas bem-sucedido.

O que vem por aí – Souvenir diz que há pesquisas que indicam que Relações Públicas está na lista das 10 profissões mais promissoras. “Finalmente, executivos, governantes, empresas e instituições de um modo geral vêm percebendo ‘relacionamento’ como sendo a palavra-chave para o futuro sucesso organizacional”, afirma. Conforme a coordenadora, o aumento da exigência dos consumidores de posturas transparentes de empresas públicas e privadas, além da visibilidade proporcionada pela mídia e pelas novas tecnologias, valoriza a atividade, abrindo novos espaços de trabalho. “Assim, todas as áreas que implicam negociação, conflitos e crises, comunicação digital, novas linguagens de comunicação, ouvidorias e relações com a mídia estão em expansão”, cita.

Diferencial – Apesar de não ser obrigatório, o estágio é fundamental desde o começo do curso, que dura quatro anos. “Uma das principais dificuldades para quem está começando, como em toda a profissão, é a experiência exigida por parte dos espaços de trabalho. Mas tem que, de alguma forma, começar. E isto tem que ocorrer durante o curso, não deixando para depois de formado”, avisa Souvenir.

Outras dicas da professora: aproveitar o ambiente que a faculdade proporciona. “Ou seja: trabalhar nos laboratórios experimentais junto com os professores orientadores, já começando sua rede de relacionamentos, ler muito, buscar informações de mercado, falar e escrever outro idioma e, acima de tudo, ir além, se interessando em acompanhar a evolução da sociedade.

Fonte: Redação Terra – Veja a matéria.
 

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Michele Martins

Apaixonada por design e amante dos estudos, sempre em busca de novos horizontes, sempre tentando superar as expectativas.